Criciúma (SC)
Com a chegada do inverno e, consequentemente, da queda nas temperaturas, aumenta a preocupação com as doenças respiratórias típicas nesta época do ano, além do novo coronavírus. Os cuidados, contudo, não devem se restringir a essas doenças, já que o frio eleva o risco de infarto em até 30%.
Na participação semanal dos especialistas da Clínica Cardio Millenium no Portal Mais Sul, a cardiologista Renata Camargo (CRM-SC 17820 / RQE 15252) explica que o corpo humano precisa de uma temperatura de 36ºC e o frio provoca a liberação de uma substância conhecida como catecolamina, aumentando o metabolismo. “Esse mecanismo faz com que os vasos sanguíneos se contraiam e, assim, o coração precisa fazer mais esforço para bombear o sangue”, salienta.
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Além disso, durante o inverno, as pessoas costumam ingerir menos líquidos. “Dessa forma, o sangue fica mais viscoso e com maior facilidade para coagular. Isso facilita a liberação de placas de gordura, bloqueando a passagem do sangue e provocando o infarto”, informa.
Confira, no vídeo, mais informações sobre o assunto e como o risco pode ser reduzido.
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