Criciúma (SC)
A palestra do professor doutor Bruno Nunes, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), encerrou, na noite desta sexta-feira (18/9), a primeira edição virtual do Simpósio da Residência Multiprofissional na Unesc, acompanhada do 4º Simpósio em Gestão do Cuidado em Saúde e a 2ª Mostra Sul Catarinense de Experiências de Gestão e Trabalho em Estratégia Saúde da Família (ESF).
Em sua nona edição o Simpósio contou com características diferentes diante das necessidades impostas pela pandemia. Com a programação de três dias e dezenas de atividades mediadas por tecnologia, no entanto, o evento superou sua marca de participantes e espectadores. Conforme o coordenador geral do evento, Rafael Amaral, apesar da impossibilidade do encontro presencial, o Simpósio tem avaliação muito positiva. “Tivemos a participação massiva dos alunos dos cursos de graduação, pós-graduação, residências, mestrados e doutorados da Unesc que, somados aos espectadores de fora, totalizaram mais de cinco mil visualizações em nossas atividades online”, destacou.
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De acordo com Rafael, os eventos contaram com 77 trabalhos apresentados, divididos entre as áreas de experiência, relato de pesquisa e de extensão. “Como ouvintes tivemos mais de 800 inscritos, sendo eles de 14 estados e das cinco regiões do país, sem contar o mapeamento do YouTube que nos mostrou a audiência também por todo o país e até de fora dele. Isso, com toda a certeza, não seria possível de forma presencial, então é avaliado como um desafio superado”, completou.
O encontro online que marcou o encerramento dos eventos contou ainda com a presença da coordenadora do PPGSCol, Cristiane Tomasi; do integrante da comissão organizadora e professor Antônio Schafer e do professor Lucas Helal, componentes da mesa de honra virtual.
Compartilhamento de conhecimento
A última temática levantada dentro da programação ficou sob a responsabilidade do professor doutor da Universidade Federal de Pelotas, Bruno Nunes. O profissional abordou o assunto “Multimorbidades no Contexto da Atenção Primária” destacando desde a chegada do termo à área médica, até os estudos mais recentes sobre isso.
De acordo com Nunes, que estudou as Multimorbidades em sua tese de doutorado, o termo passou a ganhar espaço a partir de 2010 quando saíram os principais estudos acerca do problema que afeta um a cada três adultos no mundo.
O termo, de acordo com o professor, remete à presença de múltiplas doenças em um mesmo indivíduo e passou a ganhar cada vez mais espaço por conta do aumento da expectativa de vida e das doenças crônicas não transmissíveis.
Confira aqui a palestra completa: https://www.youtube.com/watch?v=gE2Pe6ox-tk&feature=youtu.be
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