Construção civil no foco do Plano de Desenvolvimento Econômico de Criciúma

Criciúma (SC)

Iniciativas que tragam inovação, tecnologia e sustentabilidade para o setor da construção civil estão sendo estudadas e elaboradas pelo Plano de Desenvolvimento Econômico de Criciúma (Pedem). O projeto, de autoria do Governo Municipal, também analisa mais cinco segmentos da cidade. A ideia é que, em janeiro, as ações, em benefício a cada área, sejam executadas pelo poder público, em parceria com instituições e empresas da região.  

O ramo da construção civil é um dos focos do Pedem. Diversas reuniões virtuais com representantes do segmento já foram promovidas pela iniciativa. “Estamos escutando os desafios que eles enfrentam e buscando meios que os ajudem a superar esses problemas. Até final do ano, vamos terminar o documento com uma análise que definirá o que precisa ser feito. E a partir de janeiro de 2021, já iniciaremos com ações para solucionar os empecilhos”, explicou o gerente da Diretoria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação de Criciúma, Edson Silva.

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Entre as principais demandas do setor, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catarinense (Sinduscon Sul), Mauro César Sônego, estão a necessidade de aceleração de processos, de iniciativas ligadas à inovação e à sustentabilidade, além de estímulos econômicos. “O sistema construtivo ainda é primitivo, apesar de estarmos caminhando bem para a industrialização. Falta também a utilização de novas tecnologias e práticas mais conectadas com o meio ambiente para qualificar e melhorar os produtos. E uma série de outros itens que podem ser aprimorados, como incentivos na área fiscal e premiações. Isso tudo vai garantir uma maior produtividade do segmento”, informou.

Um desenvolvimento sustentável para Criciúma

O plano visa estudar, planejar e desenvolver seis eixos de Criciúma: cerâmica, moda, comércio, tecnologia, construção civil e educação, este último transversal, ou seja, perpassa todos os outros. O objetivo é analisar cada segmento para garantir o desenvolvimento econômico, ecológico e social do município. Ao todo mais de 50 empresas participam da proposta.

“É muito importante poder participar das políticas públicas para o setor. Estamos conseguindo levar as nossas dores, as nossas ideias, e traduzi-las para a legislação e planejamento do poder público. Já tínhamos essa abertura na atual administração, mas agora nos sentimos mais seguros quanto à continuidade”, comenta Sônego.

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entidade que está acompanhando o plano e que também disponibilizou a metodologia para o desenvolvimento da iniciativa, já foi contrato para a execução do projeto, previsto para o início de 2021.


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