Cocal do Sul (SC)
O município de Cocal do Sul foi o que, proporcionalmente, mais gerou vagas de trabalho para mulheres até o fim de novembro de 2022. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e levam em consideração as contratações e demissões no período.
Cocal do Sul registrou 69 novos postos de trabalho até o fim de novembro. Destes, 62 foram assumidos por mulheres, o que corresponde a 89,9% do total.
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Com 183 novas vagas no período, das quais 130 ocupadas por mulheres, ou 71% do total, Siderópolis ocupa a segunda posição no levantamento. O município é seguido por Forquilhinha, onde, 64,3%, ou 274 dos 426 novos postos de trabalho foram assumidos por mulheres.
Balneário Rincão aparece na quarta posição, já que teve um saldo positivo de 303 postos de trabalho, sendo que 55,4%, ou 168 contratações foram de mulheres.
Criciúma vem logo atrás. A cidade registrou 4.337 novas vagas no período, das quais 2.291 foram assumidas pelo público feminino, o que corresponde a 52,8% do total.
Morro da Fumaça fecha a lista dos municípios em que houve mais contratações de mulheres do que de homens, pois foram criados 305 novos postos de trabalho, sendo que 159 deles, ou 52,1%, foram para funcionárias.
Em Nova Veneza, o ranking começa a apontar na direção oposta. Isto porque, dos 723 postos de trabalho criados até o final de novembro, 357, ou 49,4% foram ocupados por mulheres.
Os números são semelhantes aos de Içara, que teve 48,3% das novas vagas ocupadas por mulheres, que somaram 503 das 1.047 contratações, e de Orleans, onde 384 dos 829 novos postos de trabalho, o que corresponde a 46,3%, foram admissões de funcionárias.
Em Lauro Müller, a diferença entre contratações masculinas e femininas é a maior, entre as cidades que ganharam novas vagas. O município gerou 207 novos empregos no período, porém, apenas 42 para mulheres, ou seja, 20,3% do total.
Por outro lado, Urussanga perdeu 262 postos de trabalho, sendo que, destes, apenas seis mulheres foram desligadas das empresas em que atuavam. O número corresponde a 2,3% do total.
Em dados proporcionais, a pior situação foi de Treviso. A cidade perdeu 14 postos de trabalho, dos quais 11 vagas para mulheres foram perdidas, ou seja, 78,6% do total.
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