Rede Catarina de Proteção à Mulher da Polícia Militar dá início à Operação Átria

Criciúma (SC)

Na última segunda-feira, dia 27, o 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), de Criciúma, através da Rede Catarina de Proteção à Mulher, deu início à Operação Átria, que seguirá por todo o mês de março, visando intensificar o atendimento às vítimas de violência contra a mulher, que são realizados diariamente pela Polícia Militar, com reforço a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas, além de conscientização a população sobre a importância de denunciar as agressões.

A Operação é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública com o apoio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, Colegiado de Segurança Pública de Santa Catarina, com o apoio e execução pela Polícia Militar de Santa Catarina.

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Entenda sobre a Rede Catarina de Proteção à Mulher

A Rede Catarina de Proteção à Mulher da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) tem por objetivo desenvolver ações efetivas para proteção das mulheres vítimas de crimes de violência doméstica e familiar.

O programa se sustenta em ações de proteção, no policiamento direcionado da Patrulha Maria da Penha e na disseminação de solução tecnológica. No município de Criciúma, a Rede iniciou em outubro de 2017, tendo parceria com o Poder Judiciário, Ministério Público, Prefeitura de Criciúma (Creas).

Atualmente, em Criciúma, o programa conta com 98 mulheres atendidas, que possuem a medida protetiva de urgência e 75 mulheres que possuem o Botão de Pânico Ativos. Desde o início da rede, 1692 mulheres foram acompanhadas pelos policiais militares, totalizando 7513 visitas realizadas, sendo que a guarnição é preferencialmente constituída por uma policial feminina.

Na primeira visita à residência das vítimas, as guarnições colhem as informações necessárias para o acompanhamento, sendo ofertado as mulheres apoio psicológico por meio do Creas, assim como orientações para buscarem seus direitos, por meio de advogados ou defensores públicos. Em resumo, a Rede Catarina de Proteção a Mulher oferta o suporte necessário para que à mulher se reestabeleça, dando-lhes voz e dignidade a partir do conceito de que é possível fazer mais e melhor, de forma mais simples e efetiva.

Fonte/foto: Polícia Militar.

 


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