Forquilhinha (SC)
A Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Forquilhinha, realizada nesta segunda-feira (31), teve como destaque o combate à violência contra a mulher e a necessidade de políticas públicas voltadas à proteção e assistência às vítimas. O tema foi reforçado na Tribuna Livre, com a participação de Cristiane Westrup, representante do movimento 8M Criciúma e Região, e na apresentação do Projeto de Lei PL Nº 007/2025, que propõe assistência psicológica e social para famílias de vítimas de feminicídio no município.
Cristiane destacou a importância do mês de março nas lutas pelos direitos das mulheres e enfatizou a necessidade de políticas públicas efetivas para garantir segurança, igualdade e dignidade. “Nós, mulheres, lutamos pelo direito de existir em uma sociedade que nos violenta e nos mata. Não queremos apenas sobreviver, exigimos que a nossa dignidade e humanidade sejam respeitadas”, declarou.
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Ela também ressaltou que o feminicídio não afeta apenas as mulheres, mas toda a sociedade, gerando órfãos e danos psicológicos irreversíveis. Como solução emergencial, o movimento 8M propõe a criação de uma Casa Abrigo regional para acolher mulheres vítimas de violência doméstica e feminicídio tentado, uma iniciativa que demanda o esforço conjunto dos municípios da AMREC.
Projeto de Lei reforça o apoio às vítimas de feminicídio
Durante a sessão, foi feita a leitura do Projeto de Lei PL Nº 007/2025, que propõe assistência psicológica e social para famílias de vítimas de feminicídio. A proposta está alinhada às demandas levantadas na tribuna, reforçando a importância de medidas que reduzam os impactos psicológicos e sociais da violência de gênero, garantindo suporte estruturado e humanizado às vítimas e suas famílias.
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