Câmara de Criciúma recebe Casan para apresentação de investimentos e obras

Criciúma (SC)

A Tribuna Livre da Câmara de Vereadores recebeu representantes da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento durante a Sessão Ordinária desta terça-feira (3), com o objetivo de apresentar investimentos realizados e planos da empresa no município de Criciúma. Participaram o gerente Regional Sul da Casan, Fernando Porporatti, e o chefe da Agência de Criciúma, Jaison Araújo Speck. O convite partiu do vereador Ademir Honorato (PL).

Durante a apresentação, Fernando Porporatti detalhou os valores aplicados pela companhia no município nos últimos cinco anos. Segundo ele, os investimentos somam aproximadamente R$ 95 milhões no sistema de abastecimento de água e R$ 58 milhões na área de esgotamento sanitário. Para os próximos dois anos, a projeção é de mais R$ 125 milhões. “Na parte d’água estamos com um montante de mais ou menos R$ 95 milhões e na parte de esgoto um total de R$ 58 milhões. Estamos projetando para os próximos dois anos mais um investimento de R$ 125 milhões”, afirmou o gerente. Parte dos recursos foi destinada à substituição de tubulações com problemas, que causavam perdas de água no sistema.

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Porporatti também destacou os projetos voltados à ampliação da infraestrutura, incluindo novos reservatórios e a expansão da Estação de Tratamento de Água (ETA) São Defende, que atualmente atende Criciúma e outros cinco municípios da região. A previsão é aumentar a capacidade da estação de 1.100 litros por segundo para 1.600 litros por segundo, com investimento estimado em cerca de R$ 60 milhões. Além disso, a companhia planeja a instalação de pelo menos 34 novos reservatórios na região.

O chefe da Agência de Criciúma, Jaison Araújo Speck, abordou as dificuldades enfrentadas no abastecimento em diferentes áreas do município, com destaque para a região da Quarta Linha. Conforme explicou, nos últimos três meses foram registradas onze intermitências no fornecimento de água, provocadas principalmente por furtos de fios e equipamentos. “Essas intermitências acabam afetando drasticamente o abastecimento da Quarta Linha, porque quando temos interrupções demais, as redes começam a fadigar, o que pode gerar o colapso da rede, ou seja, ela vai estourar em algum lugar”, declarou Speck. Segundo ele, essas ocorrências também resultaram em vazamentos ocultos, que apresentam maior complexidade para identificação e reparo.

 


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