Cônsul dos EUA visita Acic e discute potencial econômico e parcerias comerciais 

Criciúma (SC)

O cônsul-geral dos Estados Unidos em Porto Alegre, Jason Green, e sua equipe foram recebidos nesta terça-feira (31) na sede da Associação Empresarial de Criciúma (Acic) pelo presidente Franke Hobold, diretores da entidade e o vice-presidente regional Sul da Fiesc, Edilson Zanatta. O encontro pautou as potencialidades econômicas do Sul do Estado, a internacionalização das empresas locais e a possibilidade de novas parcerias comerciais.

A comitiva estava na região desde a segunda-feira (30) em agenda oficial, com passagens pela prefeitura e pela Satc, onde o grupo conheceu estudos realizados pela instituição envolvendo terras raras.

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Na Acic, foram apresentados ao diplomata os principais serviços oferecidos pela entidade, projetos como os Prêmios de Matemática, de Língua Portuguesa e de Jornalismo, eventos como a ExpoMais e o Intercon, além de bandeiras históricas defendidas pela associação nas áreas de educação e infraestrutura.

“É interessante ver como a Acic atua em tantas áreas estratégicas. Também pudemos saber um pouco mais sobre as prioridades e os desafios para o crescimento da região”, afirma Green.

Hobold apresentou ao cônsul o crescimento econômico de Santa Catarina, em média superior ao do restante do Brasil, e destacou as vantagens competitivas do Sul do Estado. “Tomando como exemplo Criciúma, que é a cidade-polo da região, temos escolas técnicas e complexos educacionais de alta qualidade, que garantem educação profissional de ponta, posição estratégica em relação à logística, qualidade de vida e uma diversificação econômica que representa um grande potencial de investimento”, ressalta.

O presidente da Acic também abordou o potencial de expansão no comércio exterior, destacando que muitas empresas da região ainda não deram o passo para o mercado internacional. Nas exportações, os Estados Unidos foram o terceiro principal destino das empresas criciumenses no ano passado, com 12% do volume exportado, atrás de Venezuela (16%) e Argentina (14%). Nas importações, o país foi o sétimo maior parceiro, com 4% de participação.

 


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