Florianópolis (SC)
O volume de vendas do comércio varejista de Santa Catarina cresceu 3,4% no primeiro bimestre de 2026, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (15). O percentual catarinense supera mais que o dobro da média nacional, que ficou em 1,5% no período. O desempenho positivo reflete a elevação do emprego e da renda no estado, com mercado de trabalho aquecido e consistente geração de oportunidades.
“Esse resultado positivo demonstra que o estado segue no caminho adequado, mesmo diante dos desafios nacionais e internacionais. Trata-se de reflexo de um ambiente de negócios favorável, da segurança jurídica e do respeito ao empreendedor. O objetivo é manter o ritmo de crescimento, ampliar a geração de empregos e assegurar melhores condições de vida à população”, destacou o governador de Santa Catarina.
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Santa Catarina apresentou o melhor desempenho da região Sul, à frente do Paraná (3,3%) e do Rio Grande do Sul (-1,9%). O estado também superou unidades da federação como São Paulo (0,1%), Rio de Janeiro (1,4%) e Minas Gerais (0,8%). Conforme o IBGE, os maiores crescimentos do país foram registrados em Pernambuco (12,2%), Acre (6,7%) e Rondônia (6%).
Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, o resultado evidencia a robustez da economia catarinense. “Santa Catarina demonstra resiliência, com geração de empregos e atividade econômica em expansão. As ações do Governo do Estado voltadas à atração de investimentos e ao estímulo ao empreendedorismo contribuem diretamente para o aquecimento da economia”, afirmou.
Entre os segmentos do comércio, destacam-se as vendas de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com crescimento de 47%. Na sequência aparecem hipermercados e supermercados (7,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (5,5%), além de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,6%).
No varejo ampliado, também houve avanço, com crescimento de 2,6% no comércio de veículos, motocicletas e peças, e de 0,6% na comercialização de materiais de construção.
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