Criciúma (SC)
Em entrevista coletiva realizada na sede da 6ª Delegacia Regional da Polícia Civil, em Criciúma, na manhã dessa quinta-feira (24), representantes das forças de segurança de Santa Catarina explicaram o andamento das investigações e como foram os trabalhos que culminaram com a libertação da menina Laura, de 11 anos. Ela havia sido sequestrada na madrugada dessa quarta-feira, quando a família chegava em casa, no bairro Pio Corrêa.
O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, além dos delegados Anselmo Cruz, da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e Yuri Miqueluzzi, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma, e o delegado Regional de Criciúma, André Milanese, ressaltaram que, até a localização e libertação da vítima, as informações sobre o andamento dos trabalhos não podiam ser reveladas para não atrapalhar as investigações ou mesmo aumentar o risco à vida da menina.
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Os criminosos fizeram contato com a família através das redes sociais e pediram um resgate de cerca de R$ 11 milhões. Além disso, exigiram que a informação não fosse repassada à polícia ou à imprensa. O valor, contudo, não foi pago.
Também atuaram no caso a Polícia Militar, Polícia Científica e Polícia Rodoviária Federal.
A libertação da vítima
A criança foi libertada num ponto desabitado de uma rodovia da região de Três Cachoeiras (RS) após um advogado criminalista, cuja filha estuda com Laura desde o primeiro ano de vida, obter informações de quem poderia estar por trás do crime. Em contato com um dos envolvidos, ele combinou um local para que a menina fosse libertada. Assim, após comunicar o fato às autoridades policiais, foi até o ponto indicado e a criança foi libertada, ainda com os olhos vendados e com as mãos e pés amarrados. O advogado então informou a família e a polícia e trouxe a vítima até o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-101, em Araranguá, de onde ela foi acompanhada por policiais até a casa da família.
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